Há 25 anos atrás o jornalismo brasileiro passou por uma reviravolta com a troca de Cid Moreira por William Bonner na apresentação do Jornal Nacional. Mesmo com medo da rejeição do público, a Globo fez essa e outras mudanças na linha editorial dos seus principais telejornais.

Cid Moreira estava no JN desde a estreia, em 1969. Até 1996, quando saiu para a entrada de Bonner, foram mais de 7500 programas. Ele também chegou a comandar outros noticiários da casa, como o Globo Repórter e o Fantástico.

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Em uma entrevista, Cid chegou a afirmar que estava feliz de sair do telejornal. “Estou satisfeito. Depois de tanto tempo sendo escravo, trabalhando aos sábados, não mereço um refresco? Uma comparação: o Pelé estava em plena forma, como também estou, e se recusou a jogar uma copa porque queria sair numa boa. E assim comigo. No mundo, tudo se transforma, já dizia Lavoisier”, afirmou.

De acordo com a Globo, a troca dos âncoras do Jornal Nacional aconteceu “porque depois de uma avaliação interna, chegou-se à conclusão de que jornalistas transmitem maior credibilidade do que apresentadores ao divulgar os fatos.

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Além de William Bonner, Lilian Witte Fibe também assumiu a bancada do noticiário, substituindo Sérgio Chapelin. Dois anos mais tarde, a jornalista seria substituída por Fátima Bernardes por conta da credibilidade nas informações econômicas e o seu estilo pessoal de apresentar as notícias, com sorrisos e olhares irônicos.

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Além das mudanças no Jornal Nacional, Pedro Bial foi para o Fantástico, Renato Machado e Leilane Neubarth assumiram o Bom Dia Brasil, que passou a ser gravado no Rio de Janeiro, Fátima Bernardes foi para o Jornal Hoje e Mônica Waldvogel para o Jornal da Globo.

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