A Globo está enfrentando uma das suas piores crises. Com o processo de transformar o grupo em “Uma só Globo”, para tentar contornar essa crise, a Som Livre será vendida em breve, mas ainda sem data definida.

“A Som Livre é um negócio extremamente sólido e rentável. Há 10 anos, fez uma grande e bem sucedida mudança em seu modelo de negócios, migrando seus investimentos para a gestão de talentos e transformou sua marca numa grande potência do seu segmento com atuação em várias plataformas.

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A música continua muito importante no portfólio da Globo, mas acreditamos que é um bom momento para sairmos do negócio tradicional de gravadora e nos concentrarmos na estratégia D2C”, explica Jorge Nóbrega, presidente Executivo da Globo.

Com o crescimento dos serviços de streaming, o Grupo Globo apostará no conteúdo D2C (direct to consumer). No entanto, a empresa seguirá com eventos e programas desse universo, como o The Voice, Rock in Rio, Música ao Vivo, entre outras.

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A Som Livre não é a única marca que está sofrendo com a crise financeira da Globo. A emissora tem feito diversos cortes em seus setores. Nos últimos meses, ela perdeu grandes nomes, como Vera Fischer, Bruna Marquezine, Tarcísio Meira, Glória Menezes, entre outros.

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Cenários incompletos

Já no setor de jornalismo, o problema está sendo a finalização dos cenários. Muito se falou sobre o cenário do estúdio onde William Bonner e Renata Lo Prete faziam a cobertura das eleições.

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Com a redução de gastos, a emissora agora não tem priorizado a marcenaria convencional para utilizar outros tipos de materiais, o que está deixando seus cenários com péssimo acabamento. 

A imperfeições do estúdio da cobertura das eleições ficavam ainda mais visíveis quando as câmeras focavam na TV que mostrava as porcentagens de votos de cada candidato.

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