Em uma live com João Vicente de Castro, no Instagram do canal GNT, Marco Pigossi revelou se envergonhar de seu trabalho em Fina Estampa. O ator também disse não gostar das mechas loiras em seu cabelo e deu a entender que algumas falas da trama de Agnaldo Silva são problemáticas para os dias de hoje.

“Essa novela deveria ser proibida de reprisar, porque são tantas barbaridades”, afirmou o intérprete de Rafael.

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Durante a conversa, o apresentador questionou Marco sobre como foi começar a sua carreira com um fracasso, se referindo à Eterna Magia, primeira novela do ator na Globo.

“Foi ótimo. Eu sempre falo que foi maravilhoso. É a melhor coisa, porque você não tá preparado mesmo, você é um péssimo ator ainda. Eu era… Sei lá, tinha tanto pra aprender. E depois eu fiz uma outra minissérie [Queridos Amigos, em 2008]. Era um papel super pequeno, mas foi um puta aprendizado”, contou Marco.

“E aí em 2009, eu fui fazer o Caras & Bocas que aí eu acho que já tava um pouco mais familiarizado com a atuação. E aí foi o rosa chiclete”, relembrou o ator, citando o bordão do personagem Cássio.

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Em seguida, João Vicente questionou se Pigossi sentia vergonha de algum papel do passado. “Eu me vendo agora em 2011, essa Fina Estampa que ta passando agora foi 2011. Eu tinha 22 anos, com umas mechas loiras no cabelo. Fora o que se falava. Essa novela deveria ser proibida de reprisar porque são tantas barbaridades. É uma loucura passar uma novela dessa”, opinou o ator.

“É interessante ver… Em 2011 era um tempo em que as pessoas ainda podiam se dar o direito de [falar] ‘Ai, eu não ligo pra política’. Não tinha muito essa. Era o começo dessa discussão”, continuou.

“Agora você passar uma novela dessas é uma loucura. Tem coisas… Eu tenho vergonha de algumas coisas que são faladas na novela, de como são tratadas na novela, vergonha um pouco também da minha atuação, tenho vergonha das minhas mechas loiras. Mas faz parte. É interessante também olhar pra traz e brincar”, concluiu o artista.

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Confira um trecho da conversa: