Uma grave denúncia se espalhou pelo mundo nesta semana. Segundo o grupo ativista LGBT Network, existe neste momento, na Chechênia, um campo de concentração gay no país com mais de 100 homens presos.




Este seria o primeiro campo de concentração gay desde o holocausto. No local, homens estariam sendo torturados e mortos. Também estariam sendo obrigados a denunciarem outros gays na comunidade.

O país, politicamente próximo a Federação Russa, é maioritariamente muçulmano e seu líder, Razman Kadyrov, homofóbico.

Ele nega a existência do campo de concentração. Segundo Kadyrov, “se homossexuais existissem na Chechênia, não haveria necessidade de leis punitivas porque os próprios parentes ficariam responsáveis por mandá-los a um lugar de onde não retornariam”.




Segundo a imprensa internacional, gays estariam sendo encontrados através de perfis em aplicativos de relacionamentos

Com a repressão e o medo, a população evita comentar e confirmar o local onde os homens estariam sendo mantidos.